Artigo escrito

  • em 06.04.2009
  • às 09:12 AM
  • por sebraerj

O que seu colaborador espera da empresa? 13

abr6

Todo empresário deveria pensar naquilo que os seus colaboradores esperam obter na relação mantida com ele e com a empresa.
Apesar de parecer óbvio tal assertiva, essa questão não é muito clara para os empreendedores.
É preciso desmistificar que o funcionário trabalha só em função do salário que vai receber ao final de cada mês.
A realidade que impera nos dias atuais é outra.

Novos tempos.
Antes, o empregador era o patrão e chamávamos de trabalhador ou de empregado, aos que prestavam seus serviços às empresas.
Hoje, tratamos como colaboradores.
E acho até que essa nomenclatura é bem apropriada, pois são eles que verdadeiramente “colaboram” para a viabilização e sustentação dos negócios.
Portanto, os empreendedores devem repensar no relacionamento a ser mantido como o seu público interno – seus colaboradores.
Podemos destacar pontos que são essenciais e que representam a grande expectativa do funcionário quando ingressa numa empresa.
Merecem destaque: a liderança, senso de justiça e equidade, a transparência, o respeito, o reconhecimento, o aprendizado profissional, a possibilidade de desenvolvimento na carreira, estímulos para que se motive permanentemente, o “feed-back” sobre o seu desempenho.
O colaborador espera que haja uma liderança que conduza o grupo a ações e esforços que promova resultados a favor de todos – empresa, empresário e seus funcionários.
Esperam que o líder seja um facilitador, que os ajude no cumprimento das tarefas, que os estimule para alcançarem os objetivos de todos.
Esperam que o líder seja o grande exemplo a ser seguido.
E esse exemplo passa pela ética, pelo respeito às pessoas, por um tratamento baseado na justiça e na igualdade, sem diferenciar ninguém. Todos são iguais e merecem tratamento igual.
Todos são importantes e merecem participar. Podem opinar; podem sugerir.
Assim, cria-se uma equipe participativa, integrada, envolvida.
E lembre-se: o colaborador quer sentir-se importante e integrante do processo.
Pense que o seu colaborador, como qualquer ser humano inclusive você, gosta de ser reconhecido, de ser elogiado, de ser recompensado.
Procure criar estímulos para que eles se mantenham motivados o tempo todo.
Procure possibilitar o desenvolvimento profissional de cada um deles.
Saiba que a sua empresa também vai ganhar com isso.
Invista na capacitação dos seus colaboradores.
Melhore a inteligência competitiva da sua empresa.
Promova reuniões periódicas, debatendo a produtividade, a performance, o desempenho da equipe.
Faça a mesma coisa individualmente. Dê o “feed-back” para cada um.
Avalie cada um dos seus colaboradores.
Faça críticas, se tiver que fazer, mas ofereça alguma alternativa e ou sugestão para que ele melhore.
Procure conversar: é conversando que as pessoas se entendem.
Finalizando, vamos relembrar um ensinamento bíblico e que também pode ser aplicado nos negócios: “Devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados”.
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Este artigo é de inteira responsabilidade do seu autor não refletindo, necessariamente, a opinião do Sebrae.
Sobre o autor: Sergio Diniz é consultor do Sebrae/SP

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Existem 13 comentários para este assunto

  1. Toscano disse:

    De acordo com o pensamento exposto no texto acima.
    Mas para praticarmos o pensamento, teremos que esquecer do quadro de hierarquia? Porque algumas pessoas misturam liberdade com libertinagem e acabam transformando em caos todo tramite simples.

    Obrigado.

    No aguardo.

    Fábio Toscano
    Aux. Administrativo

  2. Marlos Cassiano disse:

    Olá, só não concordo quando informa que “Todos são iguais e merecem tratamento igual”.
    Acho ao contrário!! Pessoas são diferentes e merecem tratamento diferentes. O importante é avaliar cada um com cuidado e entender o que mais eles gostam dentro da minha empresa, e a partir daí criar soluções de metas, estímulos, recompensas, etc..

    Aguardo resposta.
    Marlos Cassiano
    Diretor da Escola Surfe Brasil

  3. José Luiz disse:

    Também concordo com o Marlos. Devemos tratar os Iguais, Iguais e os desiguais, desiguais. Senão estaremos premiando aqueles que não querem evoluir,e punindo os que querem evoluir. Caso o tratamento seja igual para todos. Ex. Participação nos resultados. É justo premiar a todos igualmente, sendo que os esforsos, dedicação, o comprometimento e os resultados individuais são diferentes?
    No aguardo de um breve retorno
    José Luiz
    Coordenador de Suprimentos.

  4. Vinícius Mesquita Iamim disse:

    O fato de tratar todos iguais não vem de tratar aqueles que visam só o seu salário por mês, igual a aquele que é deticado visando o cerescimento da empresa não só no seu salário, mas sim mostrar todos os colaboradores que um simples auxiliar de limpeza pode chegar a um cargo superior colocando para ele que ele faz parte também no processo daquela empresa que o trabalho dele também é importante como o de um assistente administrativo ou até de um diretor. Mostrar que cada pessoa fazendo um pouquinho só com desterminação nas suas tarefas, respeito e satisfação naquilo que faz, a empresa terá um ganho enorme
    chamado união.

    Vinícius M. Iamim
    Controller

  5. Denise Henrique Campos disse:

    Oi Sérgio,
    Ao ler seu artigo, vi inúmeras possibilidades de crescimento pessoal dentro de uma empresa, que não havia pensado na prática.
    Concordo e entendo plenamente quando diz sobre a igualdade de seres humanos, penso exatamente assim.
    Hierarquia sempre existirá, e um bom líder sabe ter a humildade necessária para usar sua autoridade (não autoritarismo) para que a empresa evolua.
    um forte abraço.
    Denise Henrique Campos
    Medclin Serviços Médicos – Rio Bonito

  6. Silvana disse:

    Concordo totalmente com o texto acima.

  7. Maria das Graças disse:

    Olá!
    Gostei do que li.
    Bom senso de ambas as partes é muito importante para o desenvolvimento do ser humano, seja no trabalho quanto na sua vida.

  8. João Jacinto Farias de Carvalho disse:

    Concerteza todas as empresas devem se estabelecer nesses perametros de relação entre empregador e empregado, são certamente todas essas açoes que fazem um susseso de uma empresa, pois necessariamente quem faz com que a sua empresa cresça se não seus colaboradores, porque ninguém pode construir nada sozinho, infelizmente algums empresarios que pensam estar com toda razão, não dão determinado valor em seus funcionarios, vivem em um pasodo ainda, e não se agregaram a essa nova safra de jovens colaboradores que são o futuro da economia , e as novas empresas desse novo século.
    obrigado pelas palavras, e ao Sebrae pela sua sustentabilidade empresarial.

  9. Valquiria barbosa da silva disse:

    adorei que eu li realmente se toda empresa desse valor a cada colaborador não existia pessoas insatisfeita com o trabalho

  10. Elias Souza Feitosa disse:

    Ola para todos !
    -Em primeiro lugar; Agradeço a oportunidade de poder depositar aqui minha opinião sobre o tema em questão. Muito obrigado !

    -Penso que : Nessa relação; Colaborador/empresa , colaborador/gestor ou; Quaisquer outras composições possíveis; Não podemos desprezar o bom senso e o livre arbítrio dos atores nesse episódio.
    No meu modesto entendimento; Existem falhas comportamentais nesse elenco. Da parte, empregador e/ou gestor; Que, exigem de seus colaboradores comportamentos exemplares e produtividades multifuncionais, apregoam e utilizam toda metodologia de gestão de pessoas e negócioos e, no entanto, efetivamente, praticam ações demagogas, vazando, inclusive, para a opinião pública, relatórios de valorização de seus quadros funcionais; Que não condizem à verdade; Mesmo com todo acúmulo de conhecimento de gestão de pessoas e métodos de avaliação pessoal; Empresas e gestores, continuam mitigando as necessidades mínimas e essências de seus colaboradores; Iludindo-os com promessas mentirosas e acordos que não são honrados.
    Da parte do colaborador; Penso que; Face à cultura mercantilista voltada somente para a garantia dos lucros empresarias, somados a falta de uma formação acadêmica mínima para um bom discernimento das propostas e, oportunidades que são apresentadas, o colaborador, em sua maioria, não está preparado para perceber essas “nuances”, ficando a guisa do bom senso e da benevolência de bons gestores, que embora não seja regra. Existem. Que Deus nos ajude…

    Meu nome é Elias Souza Feitosa
    Sou Colaborador no GPA/RJ.

  11. Paulo disse:

    Tem que se tomar muito cuidado com essa relação aberta,pois existem pessoas que confundem liberdade de expresão com o direito de se sentir o senhor dos aneis e por outro lado empresa nenhuma joga limpo com os “colaboradores”pura demagogia.

  12. Herbert disse:

    Estoy realmente me1s pepjelro y confundido por dicha comparasif3n que otra cosa realmente.He aqued varios puntos que deberedas considerar, y no trato de arremeter ni nada, simplemente piensa en ello:1) Jose9 Saramago es fanico. Su estilo es fanico. Su literatura es fanica. Tratar de imitarlo es, en mi opinif3n, ridiculo. 2) Yo fui, si te das cuenta, quien empezf3 todo esto. Para comenzar, si le preguntas a gran parte (por no decir todos) de los participantes, todos tenedan un Thriller Sobrenatural desde el principio. En mi caso, yo simple escribed Sundayville una deda donde nos dieron un largo apagf3n, y para perder el tiempo, en una mascota me vino esta idea. Y no, ni pensaba en Saramago en ese entonces.3) Nadie queda ciego. De hecho, si prestas atencif3n me1s adelante, muchos de los infectados afan ven. En la secuela ya hay planes de explicar me1s detenidamente todo el meollo. Pero, si vuelves a leer a Ensayo y lees e9ste, no hay ninguna similitud, mucho menos un plagio . Nadie va a la ce1rcel, no hay ninguna ensef1anza detre1s, credtica o algo parecido. Es una novela para disfrutar y pasar el tiempo Saludos! Y espero que decidas seguir leyendo, tal vez vayas cambiado de opinif3n y de1ndote cuenta de la diferencia de la que habloRafa

  13. Shahil disse:

    Aunque se note un poco agresivo el meansje mi intencif3n no es ofender sino dar una critica desde que leed la introduccif3n la idea del libro y su similitud para no decir plagio a ensayo sobre la ceguera de jose saramago se me hicieron enormes y no me anima a leerlo, no pretendo que cambien

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